


Preservar e promover o legado histórico-cultural do concelho é o grande objectivo.
População da Fajã da Ovelha anseia ver a antiga Fábrica da Manteiga transformada em centro cultural e museológico, para preservar o património etnográfico do Município da Calheta.
Uma das aspirações da população da Fajã da Ovelha, foi conhecida no dia de hoje no âmbito de uma palestra realizada na Casa do Povo da Fajã da Ovelha, entidade que dinamiza a 2ª Semana Cultural no Concelho da Calheta.
A referida palestra que se realizou no Dia Internacional dos Museus foi proferida pelo músico e investigador Danilo Fernandes e pelo Professor Luís Guilherme Nobrega, ambos com responsabilidades na área museologica e de dinamização cultural, os quas falavam perante uma plateia bem composta, uma sala cheia de populares, turistas e comunicação social.
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Como primeira divulgação foi a apresentação pública do trabalho realizado pelo investigar e músico Danilo Fernandes, que apresentou uma peças originaria da freguesia da Fajã da Ovelha, recolhida e catalogada pelo próprio, o “barrete de orelhas de berlota” o qual erá confeccionado nesta localidade e que deixou de ser elaborado ao falecer a última artesã que o fabricava com uma perfeição sem igual.
Posteriormente foi explanado e visualizadas imagens do Núcleo Museológico da Boa Nova, integrado no Centro Cívico de Santa Maria Maior no Funchal, o qual é dirigido pelo conceituado músico e investigador que procurou explicar o seu roteiro, procurando fornecer, de forma muito sucinta, referências sobre o legado rural dos nossos antepassados e caracterizou de forma sucinta a caracterização sumária dos seus bens culturais.
Danilo Fernandes refere que a criação de um Núcleo Museologico representa, não apenas o ponto de chegada de um longo caminho percorrido em prol da defesa dos valores culturais e patrimoniais da região, mas também o princípio de uma nova etapa da qual se espera, deste o cumprimento integral das suas funções museológicas, designadamente as de estudo e investigação das suas colecções, exposição e divulgação dos seus acervos, oferta regular de exposições de curta duração, para além da inventariação, documentação, conservação e educação.
Os presentes afirmaram que gostariam de ver o antigo edifício da freguesia, com uma riqueza histórica transformado em centro cultural e núcleo museologico, onde pudesse estar preservada a memória daquela freguesia e do Concelho da Calheta.
Tratando-se de um edificio classificado pela DRAC como de interesse cultural e de valor histórico, de grande relevância para a história do Município que os populares desejam ver concretizado um velho anseio das população, a emergência deste núcleo Museulógico impunha-se desde há longa data, não só pela necessidade inequívoca de vir a albergar, conservar e expor os seus bens culturais que, por vicissitudes várias continuam dispersos e impedidos ao acesso público, como também pela sentida carência de um serviço que tivesse por missão o desenvolvimento de acções culturais e educativas e o restauro de peças únicas.
Posteriormente o Professor Luís Guilherme, neste contexto, afirma que "uma iniciativa deste género deve ser bem pensada, como algo diferente e inovador, como oferta educativa e de fruição cultural e turística, representando uma mais valia para o meio envolvente". Também refere a possibilidade de realizar um projecto inovador na freguesia capaz de recuperar algumas peças e promover a divulgação das mesmas no seu espaço natural.
Um Centro Cultural que para além das suas colecções de etnografia, pudesse oferecer recursos patrimoniais capazes de vir a proporcionar uma diversidade de propostas temáticas para responder cabalmente às expectativas de todo o público e, particularmente, da comunidade escolar, para a qual deverá ser direccionada a sua missão indispensável de carácter educativo.
Nesse sentido, procurar-se-á que o referido centro cultural e museológico venha a ser um pólo de dinamização e de afirmação da identidade local, um centro vivo de cultura que aposte a sua inserção na comunidade local e sirva de alavanca ao fomento do turismo cultural, bem como ao desenvolvimento económico e social de todo o Concelho.
Uma das aspirações da população da Fajã da Ovelha, foi conhecida no dia de hoje no âmbito de uma palestra realizada na Casa do Povo da Fajã da Ovelha, entidade que dinamiza a 2ª Semana Cultural no Concelho da Calheta.
A referida palestra que se realizou no Dia Internacional dos Museus foi proferida pelo músico e investigador Danilo Fernandes e pelo Professor Luís Guilherme Nobrega, ambos com responsabilidades na área museologica e de dinamização cultural, os quas falavam perante uma plateia bem composta, uma sala cheia de populares, turistas e comunicação social.
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Como primeira divulgação foi a apresentação pública do trabalho realizado pelo investigar e músico Danilo Fernandes, que apresentou uma peças originaria da freguesia da Fajã da Ovelha, recolhida e catalogada pelo próprio, o “barrete de orelhas de berlota” o qual erá confeccionado nesta localidade e que deixou de ser elaborado ao falecer a última artesã que o fabricava com uma perfeição sem igual.
Posteriormente foi explanado e visualizadas imagens do Núcleo Museológico da Boa Nova, integrado no Centro Cívico de Santa Maria Maior no Funchal, o qual é dirigido pelo conceituado músico e investigador que procurou explicar o seu roteiro, procurando fornecer, de forma muito sucinta, referências sobre o legado rural dos nossos antepassados e caracterizou de forma sucinta a caracterização sumária dos seus bens culturais.
Danilo Fernandes refere que a criação de um Núcleo Museologico representa, não apenas o ponto de chegada de um longo caminho percorrido em prol da defesa dos valores culturais e patrimoniais da região, mas também o princípio de uma nova etapa da qual se espera, deste o cumprimento integral das suas funções museológicas, designadamente as de estudo e investigação das suas colecções, exposição e divulgação dos seus acervos, oferta regular de exposições de curta duração, para além da inventariação, documentação, conservação e educação.
Os presentes afirmaram que gostariam de ver o antigo edifício da freguesia, com uma riqueza histórica transformado em centro cultural e núcleo museologico, onde pudesse estar preservada a memória daquela freguesia e do Concelho da Calheta.
Tratando-se de um edificio classificado pela DRAC como de interesse cultural e de valor histórico, de grande relevância para a história do Município que os populares desejam ver concretizado um velho anseio das população, a emergência deste núcleo Museulógico impunha-se desde há longa data, não só pela necessidade inequívoca de vir a albergar, conservar e expor os seus bens culturais que, por vicissitudes várias continuam dispersos e impedidos ao acesso público, como também pela sentida carência de um serviço que tivesse por missão o desenvolvimento de acções culturais e educativas e o restauro de peças únicas.
Posteriormente o Professor Luís Guilherme, neste contexto, afirma que "uma iniciativa deste género deve ser bem pensada, como algo diferente e inovador, como oferta educativa e de fruição cultural e turística, representando uma mais valia para o meio envolvente". Também refere a possibilidade de realizar um projecto inovador na freguesia capaz de recuperar algumas peças e promover a divulgação das mesmas no seu espaço natural.
Um Centro Cultural que para além das suas colecções de etnografia, pudesse oferecer recursos patrimoniais capazes de vir a proporcionar uma diversidade de propostas temáticas para responder cabalmente às expectativas de todo o público e, particularmente, da comunidade escolar, para a qual deverá ser direccionada a sua missão indispensável de carácter educativo.
Nesse sentido, procurar-se-á que o referido centro cultural e museológico venha a ser um pólo de dinamização e de afirmação da identidade local, um centro vivo de cultura que aposte a sua inserção na comunidade local e sirva de alavanca ao fomento do turismo cultural, bem como ao desenvolvimento económico e social de todo o Concelho.

































